
Transe... Voraz transe!
Quero nunca fechar os olhos
Movimentos sempre constantes
Pelo som maquínico anestesiante!
Quero ter de não pensar
De não agir
De não falar
E nada disso temer!
Ser a máquina do meu ser
Pois estas que vemos a passar
Na nossa alma não hão-de tardar...
Troco o batimento do que mais é em mim
Pelo vosso pulsar constante
Invadam-me com a estática e blindada harmonia
Essa que anseio sentir pois sou apenas um fruto da ruidosa apatia!
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